domingo, 10 de junho de 2012
EXPOSIÇÃO DO ARTISTA JEAN SARTIEF NA GALERIA CONVIV'ART
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Exposição fotográfica no metrô de SP - Multigraphias, uma fotografia é uma opinião

Doze artistas fotografaram presenças do feminino em diversas cidades que não são necessariamente as suas de origem. Essa é a proposta da exposição Multigraphias, um fotografia é uma opinião que acontece no metrô de São Paulo - Estação Artur Alvin (de 10 a 31 de dezembro) e na Estação Paraíso (de 10 a 31 de janeiro).
Milhões de pessoas vão poder refletir diariamente sobre um pouco do universo feminino, assim há registros em Anápolis, Londres, Londrina, Berlim, Olinda, São Paulo, Tijuana (México), Porto Alegre e Poços de Caldas, que não são necessariamente os locais de origem dos artistas. Essa possibilidade de deslocamento através da imagem chama atenção. Os artistas, em algum momento, sairam de sua zona de conforto, de seu território e adentraram em outras realidades para compor esse olhar sobre o feminino.
O que une todos os artistas (Jean Sartief, Elza Cohen, Ísis Fernandes, Luciana Franzolin, Joelson Bugila, Jaime Scatena, Patrícia Francisco, Rei de Souza, Tiago Spina, Ygor Raduy, Tabea Huth e a própria curadora Gabriela Canale) foi a participação no projeto Multigraphias.
Confira pelo site - http://multigraphias.com.
III Semana de Artes Visuais do Curso de Artes Visuais da UFRN



terça-feira, 7 de junho de 2011
COMO AQUECER O CORAÇÃO COM UM CAPITÃO E UMA SEREIA...
Para aquecer o coração não basta a boa sensação de proteção ou ter consciência de algo pleno ou um amor correspondido. Para aquecer o coração é necessário estar aberto a todas as incertezas porque são delas que vem o movimento verdadeiro de olhar para dentro e ver as chamas se formarem. Para aquecer o coração é preciso entregar-se na imaginação e este encontro só é permitido aos aventureiros e libertários.
É justamente com base na aventura de efervescer a imaginação que o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare convida a todos, logo no início, a depreender-se da matéria e entrar no recinto sentindo os ventos, a maresia, as terras distantes e o canto dos mares e dos personagens, ou seja, embarcando na imaginação! É nesse barco que somos convidados a viajar. Assim é O Capitão e a Sereia, texto baseado na obra homônima de André Neves. Um encantamento de detalhes do começo ao fim.
A adaptação tem muitas questões dignas de aplausos. Usa de inúmeros recursos para estabelecer o diálogo entre a fábula original e várias questões contemporâneas, entre elas as relações de conflito; quem somos e quem seremos; entre a solidão e o amor, entre o individual e o coletivo; entre encontrar seu objetivo ou se perder nele. A peça é uma grande metáfora para os sonhos, a amizade e as escolhas possíveis e se vale de forma brilhante dos aspectos visuais. Parabéns ao próprio André Neves que indicou um caminho possível através das suas belíssimas ilustrações do livro.
É de estremecer o coração o figurino costurado de idéias, emoções, texturas mil, sugestões, sobreposições, costurados de indícios do texto e objetos que vão além da simples utilização como elemento cênico ou de figurino. Isso sem falar da grandiosidade da música, dos instrumentos utilizados, das toadas, cantos e sons presentes a todo o momento. Tudo é milimetricamente pensado e isso ajuda a construir e até mesmo desconstruir cada personagem com uma sintonia afiada, além de congregar todos os nossos sentidos porque por trás disso tudo tem atores maravilhosos.

A riqueza dos detalhes está presente em toda parte. Poderíamos sugerir que são materiais reciclados, precários, simples, mas não é nada disso. É a pura arte. Não valeria de nada um falso pórtico de madeira no lugar dos excelentes garrafões d’água vazios (e cheios de luz) que se pensarmos bem, cria de forma estática uma relação direta entre a sua natureza e um dos elementos principais que permeiam a peça, ou seja, a água. É nessa construção múltipla de sentidos que cada um pode realmente adentrar o universo do sonho, da magia.
Um simples giz na mão do ator dá vida a novas possibilidades de construção que são esmiuçadas com inteligência e criatividade. Isso é fantástico, como também uma teia complexa de deslocamentos geográficos e marítmicos que são resolvidos habilmente! E de repente vemos a capacidade de atuar apenas com a gesticulação da boca e de uma mão, dando vida a um peixe e uma tartaruga cativantes. Isso sem falar na simples manipulação que traz à tona o Capitão. Isso é técnica, mas também é um excelente trabalho e estudo de corpo e atuação de Camille Carvalho, César Ferrario, Renata Kaiser e Marco França. Excelente trabalho de um grupo inteiro que vai da costureira Fátima Brilhante ao diretor Fernando Yamamoto.
E olhando o mundo - literalmente disposto a nossa frente num grande mapa cheio de pequenas e grandes referências metafóricas (lá estão monstros, aborígenes, aventureiros; vulcões, o próprio Shakeaspeare - que homenagem linda! - um farol que indica os vários caminhos que se apresentarão para cada um da platéia e vários lugares excepcionalmente descritos na fala dos personagens) que nos encontramos por dentro. Bussolas de nós mesmos.
Falando em luz, parabéns ao iluminador Ronaldo Costa que a transforma em um material essencial a peça, e não só a luz, como a escuridão. É nesse jogo de contrastes em palavras, sons, música, gestos, olhares, detalhes cênicos e de figurino e em uma relação direta com o público que o grupo vai mais uma vez definindo uma linguagem e linhagem única aplaudida em todo o território, eternizando sua presença na história do teatro potiguar e nacional.
É no ato de abrir os olhos nos olhos do outro, ‘frente a frente’ aos atores, que vemos o que é ir além da técnica, do brilho, da alegria, do choro. É perceber a verdade de cada um sendo emprestada aos personagens. Fiquei imaginando milhares de coisas ao vê-los em cena. Como foi esse conflito? Como resolveram essas questões como grupo? Como chegar nesse resultado estético? E a resposta não é outra senão dedicação, dedicação, dedicação e muito trabalho. Aí, lembrei que por volta de setembro de 2009, quando o poeta Carlos Gurgel fez a primeira edição do 3 Vozes Poesia, (no qual tive alegria de participar com muito orgulho - no espaço anterior do Barracão do Clowns que ficava ali próximo do Shopping Midway) que eu pude ver os Clowns já se preparando para o Capitão e a Sereia. Lembro de ver a confecção do chapéu da tartaruga, de ver alguns materiais cênicos em pesquisa e vê-los estudando e encenando.
Isso me tomou de orgulho! Quanto crescimento e amadurecimento esses atores e o grupo inteiro passou e nos presenteiam agora, a todos nós potiguares, nordestinos e brasileiros com uma arte que não é fácil; com um trabalho no qual nem de longe imaginamos as dificuldades, as barreiras e os conflitos para exibir um sólido resultado patrocinado pela Petrobrás e logrando sonhos e prêmios em uma carreira bem sucedida.
Ao final da peça, cada personagem – em um ato carregado de simbolismo relata sua versão dos fatos e tira seu chapéu. Aqui, tiro eu o meu chapéu carregado de idéias, palavras e emoções e o entrego em deferência e homenagem a este grupo inteiro.

Às vezes, a realidade tenta nos convencer que a frieza do mundo é forte o suficiente para nos derrubar, mas a arte é a prova viva de que a imaginação supera a dor da realidade.
O Grupo Clowns de Shakespeare está disposto a provar que o verdadeiro encantamento está disponível a todos os que se dispuserem abrir o coração. Eles são a verdade da “Trupe tropega, mas não escorrega”, porque nesse caminho escorregar é muito fácil, difícil mesmo é conseguir aquecer o coração de tanta gente como eles fazem!
Jean Sartief
Em tempo - o grupo seguirá de Natal para percorrer a segunda etapa de se apresentar em outros estados do Nordeste norteando novos e antigos mares em que um Capitão, uma Sereia, seus marujos, amigos, seres encantados e toda uma equipe de trabalho fazem plena diferença no meio de tanta coisa forjada e consumada como arte.
Aqui segue a programação da peça em Aracaju, Maceió e Penedo
08 e 09 (espaço Rua da Cultura) em Aracaju;
11 e 12(teatro do SESI) em Maceió e dia 14 de junho (auditório do SINDPEN) em Penedo/AL.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
SOBRE A QUESTÃO DO BEIJO GAY NA FESTA EM NATAL/RN

Há muito preconceito nesses horizontes camuflados em Natal. Lendo comentários em alguns blogs é engraçado ver como muitos se antecipam com justificativas – não sou preconceituoso ou homofóbico e em seguida vem com lógicas incoerentes e preconceituosas. São sim, muito preconceituosas. Infelizmente são pessoas que se travestem em uma fala sutil citando Deus ou crianças, mas de alto teor opressivo. O tempo contemporâneo será cada vez mais por uma luta de espaços iguais e redefinição de valores e conceitos.
Os heteros, a igreja, e todos os ditos valores morais sempre incutiram formas de opressão de todos os tipos e que fazem muitos acreditarem que seu universo é a sua zona de conforto ou disseminam uma idéia de exclusão... ‘Eles não podem fazer isso! Imagina!"... quem não lembra dos loucos que queriam exterminar um povo inteiro? 'Vamos criar um povo puro!' Já vimos essa história e a vemos a todo instante nos gays mortos com requintes de crueldade.
Há séculos, índios, negros, mulheres, nordestinos, portadores de deficiência, gays e tantos outros são forçados a acreditar numa inferioridade que não existe, assim como não existe lugar propício para um beijo gay. Todo lugar é lugar para um beijo gay. Todos temos direito a plenitude, mas alguns não querem abrir mão disso para os outros.
Não se iludam com essa questão de que as crianças estão sendo desrespeitadas. Não estão. Esse é o discurso de pais preconceitusosos, não o delas. Essas mesmas crianças vão lidar com amigos(as), colegas de trabalho, chefes, políticos, médicos gays. Essa resistência para aceitar algo que é comum e normal é ridícula.
O fato é que o beijo do casal incomodou alguém a ponto deste, possivelmente, ir reclamar com o cerimonialista e este, por sua vez, acatar um ponto de vista machista e hoje, já é constatado que toda sociedade machista é mais violenta. E a violência é manifestada de diversas formas, inclusive nesse senso errôneo e opressivo de achar que alguns têm o direito de se sentir ‘ofendidos’ e determinar regras para as minorias seja por causa de um selinho, beijo ou beijaço.
Pois bem, a discriminação e o preconceito também ofendem. Se alguém se sente ofendido por um beijo homo, então podemos nos sentir ofendidos por um beijo hetero. Sentir ofendidos, até podemos, mas não podemos limitar a liberdade de ação de cada um ou restringi-la, desde que não seja risco de vida a si ou a outros – o que não foi o caso do beijo. Queria muito ouvir a dona da festa sobre tudo isso que não tem nada a ver com o acontecido, afinal, pelo o que se consta, não foi ela quem reclamou do beijo.
Essa concepção judaico-cristã de moral ou ‘verdades implícitas’, com um Deus repressor, para mim é completamente errônea, mas as pessoas adoram se sentir aprisionadas a ignorância. São pessoas que adoram posar belos nas fotos das colunas e falar mal de todos por trás. Estas pessoas, em geral, são sexistas, etnocêntricas e homofóbicas. Entenda homofobia não somente como violência, mas um conjunto de sentimentos (aversão, raiva, ódio, desprezo, medo, desconfiança, olhar torto, desconforto, ódio, bullying etc) tão fáceis de identificar em muitos gestos e comentários por aí.
Até entendo que alguns não saibam lidar com a diferença, com a mudança da sociedade... mas a sua inabilidade em não saber lidar com isso, não vai parar a mudança na sociedade. Os direitos e deveres evoluem, esta aí o Supremo para dizer isso a todos os brasileiros e a construção de um mundo melhor, com gentileza que gera gentileza, passa fundalmentalmente pela recusa a intolerância porque por trás dessa dita moral existe uma relação de poder.
Ano passado, dei um beijo maravilhoso, longo, demorado, caliente na festa de aniversário de Cida e foi um beijo gay e ninguém influenciado por uma dita moral absolutista veio dizer "Ei, você está constrangindo fulano... Ei, aqui isso não pode!". Cida e Riccard8 sabem respeitar a diversidade, o amor, a verdade que cada um escreve do seu jeito, da sua forma, numa constante evolução e amadurecimento. A pessoa quem eu beijei é alguém que admiro muito, que gosto bastante, mas não era meu namorado, infelizmente. Beijei porque queria beijar e queríamos há muito nos beijarmos... há muito tempo, diferente até do casal da festa, há muitos anos juntos, numa relação estável. Não houve momento errado. Não houve lugar errado. Houve o amor aflorando naquele momento eu por ele e ele por mim e o mesmo aconteceu entre o casal da festa.
Essa humanidade e amor ao próximo de Cida e Riccard8 San Martini são inigualáveis e destoa totalmente dessa 'alta sociedade natalense' hipócrita, machista e preconceituosa composta por alguns que são domesticados a acreditar em consumismo, mídia e 'status' que somente os preenche de vazios substanciais na vida. Vazios tão intensos que os impedem de pensar com amor no coração e então, elas passam a querer impor regras e negações a todos porque não conseguem aceitar que muitos vivem bem seus caminhos diferenciados, com sua liberdade, com a descoberta de encontrar novas possibilidades para a vida livre de grilhões tão antigos quanto estes.
Um dos erros primordiais de tudo isso foi querer impor uma verdade e uma única visão a dois convidados. Não, meus queridos, não eram apenas dois convidados, foram milhões de convidados representados naqueles dois homens que se beijavam e todos nós já estamos cansados dessa opressão e desse discurso fundamentalista que eles estavam exagerando...
É por causa dessa mesma opressão que mulheres de todo o mundo têm ido às ruas para defender que não importa a forma como elas se vestem. Elas têm que ser respeitadas da mesma maneira. Não é porque estão vestidas da forma que querem que elas 'estavam pedindo' para serem violentadas. É essa mesma opressão que faz com que milhões de gays reunam-se nas paradas para fazer valer sua identidade, seus direitos e sua presença no mundo. É por essa mesma opressão que se luta contra a violência em todas as suas formas.
Haverá um dia, que vamos respeitar a diferença sem nos sentirmos ofendidos e entendermos que o amor se manifesta de inúmeras maneiras e que o seu não é melhor que o meu, mas que todos tem direito a expressá-lo da forma que quisermos.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
SOBRE A MAR - Circuito Ribeira, neste domingo 5

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
DOIS EVENTOS NA CASA VERMELHA EM UM SÓ DIA!!! IMPERDÍVEL!!

DIA 27 de dezembro - às 19h
Lançamento do Catálogo Interações Florestais 2010 Terra UNA
- bate-papo com Jean Sartief - artista potiguar que participou do projeto;
- projeção de vídeos;
- distribuição dos catálogos + dvd
...Celebração de artista - de 2010 para 2011
+ música + alegria + confraternização + comes e bebes (traga algo para compartilhar!!) + sonhos + performances + arte + cultura + desejos + amor + respeito + poesia + dinheiro + desejos + políticas públicas + projetos + propostas + idéias + e + e + e +...
casavermelha1.blogspot.com
na Vila de Ponta Negra, logo após a Praça do Cruzeiro
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Lançamento do Catálogo Interações Florestais na CASA VERMELHA
Neste dia 27 de dezembro, às 19h, será lançado no Centro de Arte e Cultura Contemporânea Casa Vermelha, o catálogo do Prêmio Interações Florestais 2010, que teve a participação do artista potiguar Jean Sartief.
Haverá projeção de vídeos, música, entrega do catálogo + dvd, bate-papo com o artista e uma confraternização proposta pela Casa Vermelha.
Mais: casavermelha1.blogspot.com
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Exposição DESLOCAMENTOS VIVÊNCIA, ARTE E AMBIENTE

quinta-feira, 22 de abril de 2010
ARTE E ECOLOGIA EM TERRA UNA
Religare... Ana Luisa e Mayra Redin rasparam a cabeça juntas. Esse é o Religare, ou melhor, o Religare é muito mais que isso...é preciso viver junto a alguém que você admira.
Aqui Mayra (com cabelo) e o filó para coletar chuva, orvalho, sereno, gotículas e sonhos...
Caroline Valansi fotografando seu Ninho de Gente! Obra linda...aconchegante...todo mundo entrou no Ninho de Gente!
Aqui está minha caixa de som ambulante trocando depoimentos de pessoas e sons da natureza.
Veja mais sobre os projetos aqui
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Prêmio Interações Florestais divulga resultado

O Prêmio Interações Florestais - Residência Artística TERRA UNA divulgou ontem o resultado do processo de seleção baseado no modelo autogestionário, ou seja, é uma metodologia que se baseia na discussão e ação a partir dos próprios participantes, sendo assim, cada um dos inscritos teria que votar em 9 projetos (uma vez que o décimo voto seria para seu próprio projeto). Todos os projetos estão disponíveis no site e a interação virtual foi muito positiva com vários comentários e trocas entre os artistas. Somados a estes votos teve a votação da conselho organizador mentores do Terra Una, cujos votos tem peso 3. Assim, forma escolhidos os 10 projetos selecionados para o Terra Una, de forma participativa, democrática, aberta, horizontal e auto-curatorial.
A residência artística acontecerá em 3 períodos (fevereiro, março e abril). A Durante esses meses os artistas poderão vivenciar e interagir com outros artistas, com a população local e com a ecovila e com o Ponto de Cultura.
Os selecionados são, por quantidade de votos:
1 - PALAVRA VIVA - Jean Sartief - RN
2 - OUTROS HABITATS – Shima - SP
3 - CAMINHAR ATÈ LIBERDADE SÒ VER ESTRELAS NO CÉU - paulo sérgio da silva - MG
4 - A PALAVRA , A PÁGINA, O LIVRO / O BARRO, A PAISAGEM, O CAMINHO - Lucas Dupin - MG
5 - HOMINIDAE - Ricardo Alvarenga - PR
6 - TRANS-FORMA - caroline valansi - RJ
7 - CARTOGRAFIA DO INDIVÍDUO - Anna Thereza - RJ
8 - COLHER CHUVA - Mayra Martins - RS
9 - POENTE – Barbara Rodrigues - SP
10 - ESTÓRIAS DA FLORESTA - Milena Durante - SP
Projeto Palavra Viva -
Particularmente me sinto muito feliz de ter sido o projeto mais votado, o que aumenta a responsabilidade com muito carinho e fico muito honrado de estar representando o Nordeste também.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
EXPOSIÇÃO SOBRE AS ÁGUAS, SOLIDÃO E O OLHAR
Criado e coordenado por Marcus Vinícius, este projeto é fruto de suas memórias, cheias de fascínios por mares, rios, cachoeiras e toda a vida que se desenvolve sob e em volta das águas. São corpos dialogando entre si. Um projeto repleto de pequenas histórias que transmitem, em uníssono, possibilidades de mergulhar nas águas da poesia.
OS ARTISTAS
Marcus Vinícius


